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Segunda Edição dos Prémios Modulares 2026 – O Encontro da Arquitetura Nacional

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Em 23 de abril, A arquitetura deixou de ser explicada e passou a ser sentida.Não em planos ou representações gráficas, mas em conversas, em reuniões e em uma ideia compartilhada que emergiu claramente: Construir não se trata mais apenas de criar espaços, mas sim de decidir como queremos habitar o mundo.Partindo dessa premissa, o Segunda edição dos Prémios Modulares 2026, um ponto de encontro para aqueles que não estão esperando que o setor evolua, mas já estão comprometidos com essa mudança.

O Mandarin Oriental Ritz Madrid deixou de ser apenas o local do evento para se tornar uma declaração de intenções. Não tanto pelo que é, mas pelo que simboliza: a capacidade da arquitetura de evoluir sem perder sua essência, integrando novas formas de construção mais eficientes, sustentáveis ​​e ambientalmente responsáveis.

Os vencedores do prêmio: Projetos e profissionais que estão mudando as regras.

Um dos momentos mais especiais da noite foi o reconhecimento de Rafael de la-Hoz pela renovação do próprio Hotel Ritz. Um gesto repleto de significado.

Durante seu discurso, o arquiteto compartilhou uma anedota que definiu perfeitamente a noite: O Ritz já recebeu inúmeros prêmios, mas nunca havia sido premiado ele mesmo.. Por uma noite, deixou de ser palco e tornou-se protagonista. Um lembrete de que a arquitetura atinge seu maior valor quando transcende o físico e se torna uma experiência.

Juntamente com esse reconhecimento, A edição de 2026 dos prémios reuniu projetos e profissionais. que representam uma forma de construção mais precisa, eficiente e consciente:

- Projeto de Reabilitação: Hotel Ritz — Rafael de la-Hoz, O Arquitecto
– Projeto Abrangente em Arquitetura e Espaços: Edifício da Metrópole — Carlos Rubio Carvajal, Arquiteto e CEO do Estudio Rubio Arquitectura
– Regeneração urbana e habitação acessível: PERDA da Industrialização da Habitação (Governo da Espanha), compilado por Iñaqui Carnicero, Arquiteto e Secretário-Geral para a Agenda Urbana, Habitação e Arquitetura.
– Projeto Urbano (Planejamento Urbano e Sustentável): Cidade de Madrid, compilada por Paloma García Romero, Delegada da Área Governamental de Obras e Equipamentos da Câmara Municipal de Madrid.
– Tecnologia e estilo de vida: HP Espanha, recolhido por Inés Bermejo, Diretora Geral para Espanha e Portugal.
– Projeto de Concreto Industrializado: Pré-bifurcação, coletado por María Monterde, CEO.
– Estudo Revelador em Arquitetura Modular: FL-ARE, recolhida por Álvaro Fernández e Luis Lombao, Arquitetos e fundadores do Estúdio FL-ARE.
– Projeto Internacional: Arquitetos Cabello (Hotéis e apartamentos em Lisboa), compilados por Juan Carlos Heredia, arquiteto e diretor-geral.
– Projeto arquitetônico: Edifício Blua Sanitas em Valdebebas Pryconsa, compilado por Francisco Ordoñez García, Diretor de Industrialização.
– Mestrado em Design de Interiores: Quarto Interno, coletado por José Manuel Fernández e Germán Álvarez, fundadores do estúdio.

Almas Urbanas: Retratos no Concreto – Quando a matéria fala

Urban Souls reapareceu naquela noite não como uma exposição, mas como uma pausa. Um momento para observar a arquitetura sob uma perspectiva diferente, distante da obra finalizada e mais próxima da pessoa que a concebe. “Retratos em Concreto” propõe precisamente isso: uma pausa. a relação entre o arquiteto e o material, nesse elo anterior, onde nascem as decisões que mais tarde se tornam espaço.

Nesta edição, arquitetos renomados como Emilio Tuñón, Paloma Sobrini, Iñaqui Carnicero, Carlos Calero, Eduardo Mediero, Álvaro Ferrándiz, Luis Lombao e Mónica Diago juntaram-se à programação Urban Souls da edição anterior – junto com nomes como Tristán López Chicheri, Carlos Rubio Carvajal, Julio Touza, Iker Ochotorena, Enrique Álvarez Sala, José Antonio Granero e Carlos Lamela – abordar o concreto a partir de uma perspectiva mais pessoal, quase introspectiva. Não como material de construção, mas como linguagem.

Para nós, o concreto é precisamente isso: uma forma de pensar a arquitetura baseada na precisão, na permanência e na inovação. O ponto de partida para ideias que são construídas e que perduram.

Quando construir também significa cuidar

Os Prémios Modulares servem como um reflexo do estado atual da arquitetura. Em vez de destacarem projetos específicos, delineiam uma tendência: uma forma de projetar e construir onde o processo tem precedência sobre o resultado final.

O que une os vencedores deste ano não é um estilo ou uma escala, mas sim uma forma de trabalhar. Decisões mais refinadas, maior controle sobre a execução e uma atenção crescente à forma como cada projeto responde ao seu contexto. Tecnologia, eficiência e design deixam de competir entre si e passam a se integrar em uma lógica única, mais equilibrada e, sobretudo, mais consciente.

Além da construção

Existem momentos que nos lembram por que fazemos o que fazemos. Para nós, essa resposta também está fora da obra de arte. Nossa colaboração com o Fundação da Família CorAllO trabalho que acompanha crianças com cardiopatia congênita nos leva de volta ao essencial: que construir nem sempre se trata de estruturas, mas de gerar cuidado, apoio e tranquilidade na vida das pessoas.

Com o encerramento desta segunda edição, os Prémios Modulares não só ganham impulso, como também consolidam a sua importância. Estão a crescer como um espaço de ligação para o setor, assumindo simultaneamente uma posição clara: o progresso é importante, mas fazê-lo com sensibilidade é ainda mais. Porque o futuro da arquitetura não será medido apenas pela forma como é construída, mas sim por quem e como impacta.

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